terça-feira, 31 de maio de 2011

Revista Amazônia: Ciência & Desenvolvimento

CHAMADA DE ARTIGOS SOBRE A FLORESTA AMAZÔNICA

A Revista Amazônia: Ciência & Desenvolvimento (ISSN809-4058) é um periódico semestral do Banco da Amazônia que tem por finalidade divulgar artigos científicos originais sobre temas relacionados à sociedade, meio ambiente, tecnologia e desenvolvimento sustentável da Região.
Criada em 2005, já conta com onze edições publicadas totalizando 143 artigos. Contribuindo, assim, para valorização, difusão e socialização de conhecimentos imprescindíveis para o desenvolvimento da Amazônia.
          Dando continuidade ao processo editorial da Revista, convidamos pesquisadores, professores e profissionais que se dedicam ao estudo da Amazônia a submeterem artigos para a 13ª edição, que será lançada em dezembro deste ano. Em razão do Ano Internacional das Florestas, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), destinaremos essa edição, em caráter especial, aos artigos com contribuições sobre o setor na Amazônia. Assim, os textos devem contemplar resultados de pesquisas sobre a conservação, gestão sustentável e agregação de valor aos produtos da floresta amazônica. A data limite para recebimento das contribuições será o dia 20 de setembro de 2011.
Quanto às demais edição continua a proposta editorial da Revista de assegurar a multidisciplinaridade das temáticas e abordagens com foco nas questões da Amazônia, assim como, o fluxo contínuo para recebimento dos artigos.
Os trabalhos podem ser encaminhados via e-mail para o seguinte endereço: revistacientifica@bancoamazonia.com.br

Clique aqui para obter as NORMAS para a apresentação de originais . A revista está disponível no Site do Banco da Amazônia .

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Oficina no INTERCOMNorte

          O Projeto Com.Ciência Florestal acabou, mas ainda tem!

          Dentre os vários produtos gerados pelo projeto, a produção de videoclipes ambientais, enquanto prática educomunicativa, é uma tecnologia social que continua sendo difundida por meio da realização de  Oficinas ,  agora tendo como alvo da divulgação científica os resultados do Kamukaia - Projeto Manejo Sustentável de Produtos Florestais Não-Madeireiros (PFNM) na Amazônia. 
           Neste 2011, em que se comemora o Ano Internacional das Florestas , consideramos oportuno promover a discussão  e disseminação de informações técnicas sobre o manejo dos PFNM,  que apesar de seu aproveitamento secular na Amazônia, apenas recentemente vêm ganhando destaque no cenário das alternativas de conservação da biodiversidade. Portanto, esta será a temática da Oficina de Produção de Videoclipes Ambientais (Oficina 17)  que estaremos facilitando no dia 2 de junho, em Boa Vista- RR , na programação do IntercomNorte2011 .

           A demanda das indústrias nacionais e internacionais por matéria-prima oriunda de PFNM vem crescendo, tendo em vista a boa aceitação de produtos que vinculam as questões ecológicas e de proteção do meio ambiente no seu processo produtivo.  Leia Aqui trabalho que apresenta um resumo das principais pesquisas com PFNM realizadas pela Embrapa em Rondônia e as novas tendências de aproveitamento da biodiversidade do Estado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Com.Ciência na Mostra de Tecnologias Sociais


MOSTRA DE TECNOLOGIAS SOCIAIS

A participação na primeira Mostra de Tecnologias Sociais me trouxe dissabores, mas muitas satisfações:

1- Os alunos da ESCOLA MARCELO CÂNDIA participaram do evento, apresentando os vídeos produzidos pelos projetos Educomunicação e Telinha de Cinema. O Professor Moura Fé, participante da primeira oficina que realizei na escola fez referência ao nosso trabalho, reconhecendo que foi a partir dali que tomou gosto pela produção de vídeos, que ele atualmente incentiva os alunos a produzirem para as aulas de física. Fico satisfeitíssima de ver que as sementes lançadas estão gerando frutos;

2- No sábado, ao final de minha apresentação na mesa redonda de relato de experiências das tecnologias sociais , um rapaz da Web Rádio Rock - Porto Velho C.A.O.S. veio conversar comigo a respeito do trabalho com música e se colocar disponível para trabalho em parceria.

3- Na Mostra de Videoclipes Ambientais conheci o trabalho dos Grupos de Troca em um documentário levado pela Val do Coletivo Jovem pela Sustentabilidade de Rondônia. Exibi os videoclipes produzidos no projeto Projeto Com.Ciência Florestal e fiquei feliz da vida com o entusiasmo de algumas pessoas diante do videoclipe Peróla Azulada e do anúncio de que Zé Miguel estará cantando em Porto Velho, ao lado do Zezinho Maranhão, no próximo dia 14 de novembro.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Videoclipes Ambientais


Finalmente estão disponíveis para acesso na página institucional do Projeto Com.Ciência florestal, os videoclipes criados na Oficina de Produção de Videoclipes.
Para acessá-los clique aqui: Videoclipes


sábado, 1 de agosto de 2009

Oficina no VI Fórum de Educação Ambiental


O projeto não acabou com o final do contrato, mesmo sem recursos, continuamos com a atividade de difusão.
No dia 22 de julho realizamos uma Oficina de Produção de videoclipes , na programação do VI Fórum Brasileiro de Educação Ambiental. Foi uma nova e rica experiência de troca de informações com educadores ambientais de todo o País.
Leia mais


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Os produtos e meios de divulgação utilizados


Lições aprendidas com relação aos produtos e meios de divulgação utilizados

A temática do projeto fornece um leque de possibilidades de criação de produtos, porém, mais importante que o produto em si é a forma como ele é criado. As estratégias propostas são “experimentos” em comunicação e educação e nos ensinaram a redobrar a atenção, apurar o olhar para as mensagens que estão sendo construídas, e para os meios de divulgação.

Confirma-se a necessidade de fazer uma comunicação dialógica. Acolher o que vem dos “receptores”, exercitar vivamente o “diálogo dos saberes”, assim pudemos perceber que:

- o teatro de fantoches exigiu a participação do público não só como espectador, mas interagindo com os personagens, interação que no experimento ocorreu de forma improvisada;

- que as crianças de 1ª. a 4ª. Séries ainda cantam as músicas da escola, mas as de 5ª a 8ª séries, só interagiram quando tiveram liberdade de cantar músicas populares. Neste sentido é preciso desafiá-los a fazer a leitura das mensagens que vem das músicas de duplo sentido, a protagonizarem a criação de suas próprias mensagens;

- que a miniatura “casinha da floresta”, por sua semelhança com uma casa de bonecas, desperta grande atenção das crianças de 1ª. a 4ª. Série, mas que intimida as crianças, meninos e meninas, maiores de 10 anos de idade.

Com relação a divulgação na mídia, embora se discuta a questão do hábito de leitura, seja na mídia impressa ou no web-jornalismo, fica o desafio de se ir além do trabalho convencional da Assessoria de Imprensa para uma ação mais dirigida às atividades de divulgação cientifica, que resultem em textos mais atraentes e realmente ao alcance do leigo.

sábado, 25 de abril de 2009

Entrevista

Após minha apresentação na conferência fui entrevistada por um aluno de Comunicação Social da UFPa, bolsista do Projeto CIECz - Ciência e Comunicação na Amazônia.

Falei muito, excedi nos NÉ? e "Com certeza" mas, cho que transmiti uma boa idéia do Projeto e das possibilidades de trabalho para o profisional de comunicação.
A entrevista completa pode ser ouvida na Galeria de Audio .

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Liçoes aprendidas

Lições aprendidas com relação ao público-alvo


De modo geral, o público-alvo do projeto foi definido como o não especialista, o leigo, o cidadão comum. Especificamente foram alunos e professores de instituições de ensino formal e não-formal, jornalistas e assessores de imprensa de Instituições de Pesquisa, Universidades e outras instituições de ensino. Técnicos e dirigentes de instituições e empresas de planejamento, extensão florestal e assistência técnica; Organizações não governamentais, órgãos de classe, fundações; gestores públicos e tomadores de decisão, Professores e alunos de Escolas públicas e privadas, de 1º. e 2º. Graus; Produtores florestais de associações, sindicatos, cooperativas; indústria madeireira.

As atividades desenvolvidas, potencialmente estiveram ao alcance de todos os segmentos de públicos mencionados, entretanto, o trabalho junto a ( e com os) estudantes - sejam os de nível fundamental e médio, sejam os acadêmicos – foram as que proporcionaram maior interação e possibilidade de avaliação do retorno da comunicação, incluindo a validação de alguns dos produtos criados. Sob este ponto de vista, o envolvimento dos mesmos no processo de capacitação em divulgação científica e na criação e produção dos materiais de divulgação pode ser considerada como uma estratégia bem sucedida, uma vez que:

- As dinâmicas de estudo em grupo, nas Oficinas, permitiram avançar além dos objetivos do projeto, para a identificação das questões socioambientais que se manifestam na comunidade estudantil, cujas condições de exclusão social são marcantes;


- A reflexão coletiva sobre os problemas ambientais e sobre a contribuição da pesquisa florestal e resultou na elaboração de produtos mais adequados à realidade que se visava alcançar;


- As discussões de problemas e as conclusões que conduziram à seleção das músicas para os videoclipes educativos, contribuíram sobremaneira para se desenvolver uma abordagem interdisciplinar, envolvendo comunicação, educação e meio ambiente, voltados para a divulgação científica da pesquisa florestal;


- Obteve-se informações preciosas que deverão ser discutidas em artigos para publicação em eventos técnicos-cientificos da área de comunicação social, tendo em vista contribuir para estudos sobre percepção ambiental e educomunicação científica.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Com.Ciência Florestal apresenta resultados na Conferência do CNPq , em Belém




Estivemos participando da Conferência do Subprograma de Ciência e Tecnologia Fase II, que aconteceu no período de 01 a 04 de dezembro, no Hotel Hilton , em Belém do Pará.
A Fase II do Subprograma de Ciência e Tecnologia, do PPG7, teve a coordenação geral do Ministério da Ciência e Tecnologias MCT, execução do CNPq, e contou com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BIRD) e a United States Agency for International Development (USAID).
A Conferência teve a apresentação dos resultados finais e integrados das 11 sub-redes, que abrangem 52 projetos de pesquisa, e ainda dos oito projetos de divulgação científica. Como coordenadora do projeto Com.Ciência - Comunicação da Ciência Florestal participamos da mesa redonda do evento, que tratou do tema Recuperação de áreas degradadas e do qual participou também a colega pesquisadora Michelliny Bentes-Gama, Coordenadora da Sub-rede .

A apresentação dos resultados das pesquisas tem por objetivo subsidiar o uso sustentável e a conservação da Amazônia. Neste sentido , resumimos em seis lições aprendidas, as contribuições do projeto Com.Ciência Florestal. Parece pouca coisa, mas se considerarmos o pouco tempo para a execução do projeto ( apenas 12 meses) e o pouco empenho de membros da equipe do projeto, o que se alcançou como resultado final , foi muito bom , isso graças as parcerias estabelecidas com instituições como a UNIRON e a Termonorte.


As publicações estão sendo finalizadas e em breve estarão disponíveis para dowlooad, na página do projeto. Os videoclipes e spots radiofônicos, já podem ser baixados.
Os produtos de divulgação , fdoram expostos na Conferência.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Projeto Com.Ciência Florestal foi apresentado em seminário no Acre.


As estratégias de comunicação para a divulgação da pesquisa florestal junto ao público leigo, foi o tema da palestra proferida pela pesquisadora da Embrapa Rondônia, Vânia Beatriz de Oliveira no Seminário Estratégias para Popularização da Ciência, realizado no dia 24 de outubro, em Rio Branco.

O evento foi promovido pela Embrapa Acre, que coordena o Projeto Bisaco, iniciativa que busca aproximar, de forma lúdica, a pesquisa científica e estudantes de escolas rurais, o evento também faz parte da programação da Semana Nacional de Ciência & Tecnologia, que se estende até o próximo dia 26.

O projeto Com.Ciência Florestal, coordenado pela Embrapa Rondônia visa a popularização da ciência, por meio da elaboração de mensagens que levem ao entendimento do público leigo a aplicabilidade da ciência no cotidiano da sociedade.
Desde outubro 2007 , vem sendo desenvolvidas atividades de capacitação, criação de materiais e promoção de eventos de divulgação científica, sobre a contribuição da pesquisa para o reflorestamento e recuperação de áreas degradadas. Dentre as práticas pedagogicas adotadas está o uso de músicas de artistas da amazônia cuja temática não se restrinja ao espaço amazônico, mas à dimensão planetária das questões ambientais.

Na ocasião, Vânia Beatriz, que coordena o Com.Ciência florestal, além de relatar o processo de criação dos produtos de comunicação ( impressos, spots, videoclipes, teatro de fantoches,etc), exibiu um videoclipe do Grupo Minhas Raízes, formado por jovens da comunidade de Nazaré em Porto Velho; e um outro elaborado especialmente para a ocasião, com a música “Canto dos Castanhais, de autoria de JoãozinhoGomes/Val Milhomen, interpretada por Juliele Marques, artista do Amapá.

A Embrapa Acre (Rio Branco - AC) e Embrapa Rondônia (Porto Velho –RO) são unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Participaram do evento pesquisadores e técnicos da empresa, além de profissionais de outras instituições de pesquisa, professores, jornalistas e estudantes de comunicação, que contribuiram para o debate, que foi realizado no auditório da Biblioteca da Floresta.

sábado, 16 de agosto de 2008

Comunicação da Ciência Florestal

O que a ciência faz e o que a sociedade pode fazer?

domingo, 5 de agosto de 2007

Com.Ciência_Florestal

Comunicação para a divulgação científica de resultados de pesquisa florestal desenvolvida Amazônia Ocidental.